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Em épocas como o Dia das Mães, lojas e shoppings enfrentam picos de fluxo de clientes em busca de presentes. Estudos apontam que 73,6% dos consumidores pretendem comprar algo na data, enquanto 80% deles seguem optando pelo varejo físico. Nessas condições, o ambiente de compra deve estar convidativo: um espaço confortável faz o cliente ficar mais tempo e gastar mais. Por isso, investir em climatização no varejo não é luxo, mas parte da estratégia de vendas e experiência do cliente.
Por que o Dia das Mães é estratégico para o varejo
O Dia das Mães é tradicionalmente a segunda data mais importante do varejo brasileiro. Paradoxalmente, costuma coincidir com a queda das temperaturas na maior parte do país, o que motiva novas compras (principalmente roupas e calçados de inverno). Além disso, muitos consumidores aguardam dias frios para comprar itens sazonais – segundo lojistas do Sul do Brasil, os clientes postergam as compras de inverno até sentir um frio mais intenso. Com expectativa de 30,7% dos compradores dispostos a gastar mais do que no ano anterior, essa combinação de data festiva e clima ajuda a “destravar” o consumo. De fato, pesquisas locais confirmam que a proximidade da estação fria amplia a gama de produtos buscados e estimula as compras na data.
Exemplo: segundo um levantamento da Fecomércio-RS, 73,6% dos entrevistados vão às compras no Dia das Mães, e 30,7% planejam aumentar os gastos em relação ao ano anterior. Esse cenário reforça que a climatização adequada, aliada ao mix de produtos certo, pode converter esse movimento em vendas efetivas.
O poder do conforto térmico na experiência de compra
Mais do que temperatura baixa ou alta, conforto térmico envolve renovação de ar, umidade equilibrada e silêncio térmico (ausência de correntes frias ou pontos quentes). Pesquisas confirmam que um ambiente bem climatizado favorece a permanência dos clientes na loja. Em números, estudos indicam que consumidores em um espaço acolhedor podem permanecer até 30% mais tempo do que em ambientes desconfortáveis. Na prática, isso significa que, enquanto o cliente em um ambiente abafado ou mal ventilado tende a sair rápido, em uma loja bem climatizada ele circula pelos produtos com mais calma e é mais propenso a comprar.
Esse efeito se reflete diretamente nas vendas. Um relatório da Retail Customer Experience mostrou que ambientes com temperatura ideal aumentam significativamente o tempo de permanência dos consumidores, refletindo em tickets médios mais altos. Por exemplo, estima-se que clientes que ficam 40 minutos no ponto de venda podem gastar até 50% a mais do que aqueles que ficam apenas 20 minutos (de R$160 para R$240 em médias representativas). Ou seja, conforto térmico vende.
Além do tempo, o conforto incide na percepção geral da marca. Lojas que cuidam da temperatura transmitem cuidado e profissionalismo. Marcas famosas (Apple, Starbucks, Sephora) investem no clima interno como elemento de branding, reforçando um posicionamento premium. Em contrapartida, calor ou frio excessivos geram desconforto, reduzem a paciência e desviam a atenção do cliente – um estudo da Lawrence Berkeley National Laboratory citado pelo setor mostra que o desconforto térmico pode reduzir em até 30% o tempo de permanência. Portanto, oferecer ambiente agradável não apenas torna a experiência de compra mais positiva, mas também ajuda o cliente a focar nos produtos e nas ofertas.
Fatores a controlar no inverno
No frio, manter o ambiente interno saudável vai além de simplesmente ligar aquecedores ou ar-condicionado: trata-se de renovação e equilíbrio. Quando portas e janelas permanecem fechadas para reter calor, a qualidade do ar pode piorar. Segundo agências de saúde, ambientes fechados acumulam poluentes e umidade excessiva, gerando sensação de ar viciado. Assim, a climatização evaporaiva (ou ventilação adequada) ajuda a renovar o ar, evitando mofo e mantendo conforto até em dias frios.
Além disso, é preciso monitorar a temperatura e umidade adequadas. Estudos de ASHRAE indicam que cerca de 80% das pessoas se sentem confortáveis na faixa de 21–24°C. Manter o ponto ideal – nem muito quente, nem muito frio – faz com que a maioria dos clientes se sinta bem. Também é importante evitar variações bruscas: mesmo em ambientes climatizados, a umidade de condensação ou correntes frias podem incomodar. Cada detalhe conta: manter as placas evaporativas limpas e o fluxo de ar sem obstáculos evita pontos frios ou locais abafados.
Em resumo, o frio não elimina a necessidade de climatização: ela apenas muda de foco. Na prática, boa climatização no inverno significa equilíbrio – ar renovado, umidade controlada e temperatura estável – para que o cliente nunca precise escolher entre sentir frio ou suportar um ambiente pesado.
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